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terça-feira, 13 de março de 2012

10 leis da informática que você precisa conhecer

A evolução dos HDs, o valor de uma rede social e até a possibilidade de existir uma versão pornô do seu game favorito são assuntos tratados pelas leis da tecnologia.

Diversas leis regem nossas vidas. Além das regras de trânsito e da constituição de cada nação, há também as leis da física que, por mais rígidas que sejam, às vezes parecem ser contrariadas. E como não podia deixar de ser, o mundo da tecnologia também tem suas máximas, que dificilmente são quebradas.
Como listado pelo site TechRadar, são pelo menos dez adágios que regem os avanços tecnológicos e a internet nos dias de hoje. Confira na relação a seguir!

1. Lei de Moore: a mais famosa de todas

Lei de Moore prevê que o número de transistores em um circuito dobra a cada dois anos 

Essa é, provavelmente, a lei tecnológica mais conhecida por todos. Estabelecida por Gordon E. Moore, a regra diz que o número de transistores que podem ser colocados em um circuito integrado dobra a cada dois anos.
Em 2011, a lei acabou recebendo uma atualização, e o número de transistores passou a dobrar a cada 18 meses, provando que seu autor estava, no mínimo, muito próximo da realidade.

2. Lei de Kryder: HDs maiores e mais baratos

 

Esta regra criada por Mark Kryder, vice-presidente da Seagate Corp., pode ser comparada com a famosa Lei de Moore. Entretanto, a Lei de Kryder diz respeito aos HDs. Nas palavras do autor, a cada 18 meses a densidade de um disco magnético dobra, e o preço cai pela metade. Entre outras vantagens, isso possibilita que serviços online possam oferecer cada vez mais espaço para seus clientes, sem cobrar a mais por isso.
Em um artigo publicado pela Universidade Mellon Carnegie, Kryder estima que, por volta de 2020, um HD capaz de armazenar mais de 14 terabytes de dados custará cerca de US$ 40 (R$ 70). Entretanto, vale a pena lembrar que os SSDs não obedecem a essa regra.

3. Lei de Wirth: software lento, hardware ligeiro

 

Você já parou para se perguntar por que o seu computador com muitos núcleos de processamento e quantidade absurda de memória RAM parece tão rápido quanto qualquer PC comum? Essa questão foi respondida por Niklaus Wirth em 1995, quando o criador da linguagem de programação Pascal estipulou a seguinte máxima: o software se torna mais lento de maneira mais rápida do que o hardware se torna mais veloz.
Muitas vezes, essa lei é atribuída a Larry Page, fundador da Google. Porém, a autoria, de acordo com Wirth, é mesmo de Martin Reiser, que no prefácio do livro “The Oberon System” estipula que “um observador crítico pode perceber que o software ultrapassa o hardware em lentidão e tamanho”.
Uma variante da Lei de Wirth também foi proferida pelo fundador da Microsoft, Bill Gates. Entretanto, a Lei de Gates é muito mais bem humorada: a velocidade do software comercial, normalmente, reduz em 50% a cada 18 meses, negando todos os benefícios divulgados pela Lei de Moore. Isso pode acontecer por diversas razões, como adição de recursos extras e complicados, código de má qualidade, preguiça do desenvolvedor ou mudança de gerente cuja filosofia de desenvolvimento não coincide com a do gerente anterior.

4. Lei de Metcalfe: o valor de uma rede


Apesar de, originalmente, essa lei tratar de computadores e máquinas de fax, ela também pode ser aplicada à internet e serviços online, como o Facebook. De acordo com Robert Metcalfe, engenheiro elétrico que ajudou a inventar a ethernet e fundou a 3Com, o valor de uma rede de telecomunicação equivale ao dobro do número de usuários conectados a ela.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Plastinação: a substituta da mumificação

Técnica chinesa substitui água e lipídios por polímeros sintéticos para evitar a decomposição dos corpos.

 

 
AmpliarCorpo plastinado (Fonte da imagem: Reprodução/About Kansas City)

Esqueça o que já disseram sobre a conservação dos corpos conseguida com as mumificações. CientistasDalian Hoffen Bio-Technique Co. conseguiram criar formas muito mais poderosas de manter os cadáveres do que as oferecidas pelas técnicas mais antigas. Trata-se da plastinação, que substitui várias substâncias corporais por alguns tipos de resinas. chineses da
A técnica da plastinação consiste na retirada de água e lipídios do corpo humano, aplicando polímeros sintéticos no local, evitando que haja a decomposição dos materiais. O método permite que sejam expostos músculos, veias, cérebro e sistema nervoso sem qualquer risco de dano aos corpos, não demandando câmaras frias para a conservação.
Os cientistas informam que para a plastinação de um ser humano, são necessários de 8 a 12 meses de trabalho. Já animais maiores, como uma baleia, podem levar até 2 anos para serem plastinadas. Todos os corpos humanos são conseguidos em faculdades de medicina, enquanto os animais são doados por zoológicos e aquários. A técnica pode ser vista na exposição Bodies (Corpos), que, inclusive, já veio para o Brasil.

Fonte: Tecmundo

sábado, 28 de janeiro de 2012

Para que servem todos os conectores de uma televisão?

Onde coloco o VGA? Para que serve o HDMI? Saiba tudo sobre os padrões de conexão mais utilizados atualmente.


Televisores de LCD, LED e Plasma são produzidos com diversas conexões. Cada um com suas devidas peculiaridades e vantagens, sendo compatíveis com os mais diversos tipos de periféricos. Sem o avanço dos cabos e conectores, hoje seria impossível desfrutarmos da alta definição em video games e leitores Blu-ray, por exemplo.
Mas você sabe para que serve cada um dos conectores? Muitas pessoas ficam em dúvida na hora de comprar seus aparelhos e, principalmente, na hora de ligar os outros eletrônicos. Afinal, qual seria o melhor para os DVDs? E qual deixaria o video game com melhor qualidade de imagem? Confira um pouco mais sobre cada um:
Radiofrequência: os cabos coaxiais RF são aqueles que ligam a antena ao televisor. Presentes em aparelhos há várias gerações, os conectores compatíveis permitem que alguns aparelhos (como decodificadores de TV a cabo) sejam ligados diretamente. Video games mais antigos (Super Nintendo e Mega Drive, por exemplo) também utilizavam esse padrão.
Vídeo composto: DVDs geralmente enviam o sinal até a televisão por conexões de vídeo composto. Elas são caracterizadas pela presença de dois cabos RCA para áudio (vermelho e branco) e mais um cabo para vídeo (amarelo).

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Intel e Micron iniciam produção de memória flash de 20nm com 64GB

Modelo com 128GB também já está no forno e deve ser produzido em breve. O consumidor pode esperar queda nos preços das memórias flash.

 

Em abril desse ano, a Intel e a Micron anunciaram que estavam movendo sua produção para memórias NAND flash de 20nm. Com isso veio a promessa de que os chips seriam 40% menores que os atuais, o que significa uma maior produção, menores custos e menor consumo de energia.
Agora, as empresas anunciaram que iniciaram o processo de produção em massa de memória de 64GB, usando a tecnologia de 20nm. Além disso, o mais impressionante fica por conta do anúncio que logo também serão produzidos componentes de 128GB.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Conheça o mistério que habita as telas de LCD

As TVs e monitores de LCD funcionam, mas os cientistas desconhecem como acontece um dos processos essenciais para isso.




O LCD (Liquid Crystal Display) não é em sua essência uma tecnologia tão nova. Os displays de cristal líquido estão mais presentes no nosso dia a dia do que imaginamos. Eles fazem parte de calculadoras, relógios de pulso, forno micro-ondas e rádios há muitos anos.
Contudo, essa tecnologia ganhou destaque e se popularizou a partir do momento que começou a ser empregada em televisões e monitores. Atualmente, as TVs de LCD, embora não sejam os aparelhos mais avançados, dominam esse segmento de mercado.
Em teoria, o funcionamento das telas LCD é conhecido. O Tecmundo já explicou com detalhes neste artigo e neste outro como os sinais de vídeo passam do aparelho multimídia para o televisor e assim você pode assistir a filmes, seriados, desenhos animados, partidas de futebol, entre outros – seja via sinais receptados por antena ou reproduzidos de mídias como DVDs e Blu-rays.
Porém, de acordo com o site Humans Invent, esse tipo de tela possui um segredo que ainda não foi completamente compreendido pelos cientistas e que é capaz de confundir a física moderna. Ao ler este texto, você vai conhecer qual é o grande mistério dos displays de cristais líquidos.

Como funcionam as telas LCD

Antes de nos aprofundarmos na descoberta revelada pela publicação citada acima, é importante esclarecermos, mesmo que sucintamente, como essa tecnologia funciona. Basicamente, as telas de LCD recebem o sinal de imagem decodificado e encaminham-no para os pixels – os quais utilizam uma matriz RGB para formar o espectro de cores que nós visualizamos na tela.






O display de cristal líquido consiste em duas chapas de vidro colocadas lado a lado e preenchidas com uma solução de cristal líquido (uma substância capaz de manter suas moléculas com características do estado sólido e líquido ao mesmo tempo).
A formação da imagem é iniciada quando um impulso elétrico atravessa cada um dos pixels compostos de cristais líquidos e uma luz não polarizada permanece ao fundo iluminando todo o painel. Quando essa luz passa pela substância mesomórfica, ela é polarizada e pode ter as suas distintas cores percebidas.
Simultaneamente a isso, o impulso elétrico agita as moléculas do cristal líquido, fazendo com que elas sejam obstruídas ou ganhem novas angulações. Cada posicionamento dessas partículas corresponde a uma cor diferente. Combinando essa refração da iluminação de fundo através do cristal líquido com os dados recebidos pela placa de vídeo da TV, são formados os pontos de cores dentro de cada pixel.

Designer cria conceito de relógio inspirado em Tron

Acessório utiliza LEDs azuis para indicar as horas e pode começar a ser fabricado em breve.


 
(Fonte da imagem: TokyoFlash)

A fabricante de relógios TokyoFlash está fazendo uma votação online entre seus clientes para saber se deve ou não iniciar a fabricação do YAL Concept Watch. O acessório, criado pelo designer francês Yoann, tem forte inspiração da série de filmes “Tron” e utiliza grupos de LEDs azuis para indicar as horas.
A ideia para o relógio surgiu no tempo livre de Yoann, momentos nos quais ele tem o hábito de criar conceitos gráficos de produtos que podem vir a existir. Segundo ele, a inspiração veio enquanto ouvia a trilha sonora do mais recente filme da franquia, “Tron: O Legado”.
E aí, você compraria?

Fonte:Tecmundo