quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Intel e Micron iniciam produção de memória flash de 20nm com 64GB

Modelo com 128GB também já está no forno e deve ser produzido em breve. O consumidor pode esperar queda nos preços das memórias flash.

 

Em abril desse ano, a Intel e a Micron anunciaram que estavam movendo sua produção para memórias NAND flash de 20nm. Com isso veio a promessa de que os chips seriam 40% menores que os atuais, o que significa uma maior produção, menores custos e menor consumo de energia.
Agora, as empresas anunciaram que iniciaram o processo de produção em massa de memória de 64GB, usando a tecnologia de 20nm. Além disso, o mais impressionante fica por conta do anúncio que logo também serão produzidos componentes de 128GB.

Dominio .xxx é oficialmente lançado

Novo domínio, voltado para sites de conteúdo adulto, já está disponível para ser usado na web.

 
(Fonte da imagem: ICM Registry)

Em março deste ano, a Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN) liberou a utilização do domínio .xxx, o qual é destinado para sites de conteúdo adulto – apesar de a maioria dos primeiros pré-cadastros não ser de páginas pornográficas.
Segundo publicação do site TG Daily, a ICM Registry, instituição responsável pela distribuição e gerenciamento do novo domínio, anunciou hoje (6 de dezembro) o lançamento oficial do sufixo .xxx.
De acordo com o informativo, junto com o anúncio foi veiculada uma nota dizendo que a indústria de entretenimento adulto tem grande influência e participação nos conteúdos gerados na web.
"A internet é o lar de conteúdos ricos, adequados para uma grande variedade de idades e valores. A indústria do entretenimento adulto tem, e sempre terá, responsabilidade ​​por uma grande quantidade desse conteúdo, que enquanto é apreciado por alguns, não é adequado, ou de interesse, de outros internautas. (...) Independentemente da opinião de cada um sobre esse tipo de conteúdo, ele está aqui para ficar, então vamos tratar o assunto como adultos", explicitou a nota.

Fonte:Tecmundo

Engenheiro afirma que Android nunca será tão suave como iOS ou Windows Phone

O problema estaria na forma como o sistema operacional foi desenvolvido.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/Google)

Andrew Munn é um engenheiro de software que afirma ter saído do Google para trabalhar na Microsoft. Durante seu tempo na gigante das buscas, ele trabalhou no desenvolvimento do Android e, agora, passará a atuar no Windows Phone. Em uma mensagem no Google+, ele afirmou que o sistema operacional dos doces jamais será tão suave como o iOS ou Windows Phone.
Segundo ele, o problema está na maneira como o sistema foi desenvolvido. Arquiteturas inadequadas do Android impedem que ele utilize completamente o poderio da CPU e GPU dos smartphones, não permitindo que ele funcione com o máximo potencial. Tal problema também explicaria a ausência de aceleração de hardware até a versão 4.0 do OS.

Fonte: Tecmundo

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Estudos mostram que servidores são ótimos aquecedores de ambientes

Manter servidores em casa poderia ser uma ótima maneira de se economizar na conta de luz.
 

 
"Está frio aqui, ligue os servidores." (Fonte da imagem: Divulgação Wikipedia)

Pesquisadores da Universidade da Virgínia e do Centro de Pesquisas da Microsoft publicaram um estudo mostrando que o calor gerado por conjuntos de servidores pode ser reaproveitado para aquecer até uma pequena casa. O documento faz a comparação entre a capacidade de aquecimento de condicionadores de ar e de computadores de grande porte.
Segundo a pesquisa, um cluster com 40 placas-mãe, cada uma com pelo menos um processador, poderia aumentar a temperatura de um cômodo em até 20 graus Celsius. Já a soma do calor de 100 computadores ligados simultaneamente seria o suficiente para aquecer uma casa inteira, tão bem quanto a fornalha de um aquecedor a gás ou óleo diesel.
O conceito de se usar servidores para aquecer um local propositalmente foi batizado de “data furnace”. Os pesquisadores defendem que as empresas poderiam passar a hospedar seus servidores nos porões de edifícios, reaproveitando o calor e economizando muito na conta de luz em regiões mais frias.
Fonte:Tecmundo

Fórmula matemática pode desvendar fotografias photoshopadas

Parâmetros fotométricos são capazes de identificar fotos editadas por softwares.


 
(Fonte da imagem: A perceptual metric for photo retouching/PNAS)

Pesquisadores do Dartmouth College, uma das universidades mais antigas dos EUA, desenvolveram uma fórmula matemática para identificar fotografias que tiveram algum tipo de modificação digital.
O professor Farid Hany e o doutorando Eric Kee utilizaram 450 fotos originais e manipuladas para elaborar oito parâmetros fotométricos e geométricos comuns entre as imagens. Posteriormente, os cientistas realizaram um estudo que envolveu 350 pessoas, as quais analisaram as mesmas fotos e as classificaram por meio de uma escala entre 1 e 5 – sendo que o menor número representa a nota máxima de similaridade entre as ilustrações originais e as retocadas.